Desde as últimas décadas, pudemos notar o quanto as situações cotidianas foram, aos poucos, se alterando de maneira peculiar.
Padrões mudaram, sejam os estéticos ou aqueles que possuem um valor intrínseco, que se aloja na ética, no pensamento do indivíduo. Em pleno século XXI, já nos acostumamos a encontrar jovens dando, constantemente, importância a prazeres momentâneos que julgam ser intensamente divertidos, desperdiçando os ensinamentos que possivelmente lhes foram passados, desvalorizando seu intelecto.
Hoje, aos 16 anos, me orgulho ao dizer que, quando criança, o ponto alto do meu dia -mais especificamente durante os finais de semana- era quando minha mãe voltava de uma convenção com diversos livros empacotados numa caixinha, passar a tarde na companhia daqueles livros era o que realmente me deixava feliz.
Na infância, aquelas figuras coloridas misturadas com diversas palavras me chamavam a atenção. Até que, com o passar do tempo, a curiosidade por livros maiores e mais comentados pelo público mais velho foi aumentando, a ponto de eu estar aqui hoje construindo esse blog para falar sobre o mar de emoções que é estar envolvido com a poesia.
O contato com livros pode começar cedo, porém, se não houver amor por estar envolto com cada parte de um poema, uma história, se você se limita a compreensão do que foi lido mas se recusa a ir além, jamais poderá entender o que realmente está querendo ser dito, por mais que seja escrito diante dos seus olhos.
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